Advogada especialista em golpes e fraudes bancárias

Sofreu um golpe bancário? O tempo para agir é decisivo.

Se você foi vítima de um golpe bancário ou fraude digital, cada minuto conta. Aqui você encontra orientação jurídica especializada para recuperar valores, responsabilizar instituições financeiras e proteger seus direitos

Você caiu em algum desses golpes?

Se você foi vítima de qualquer um desses golpes, a culpa não é sua. A responsabilidade é da instituição financeira!

Principais golpes e fraudes

Conheça os golpes mais comuns e saiba como se proteger

Criminosos entram em contato com a vítima se passando por atendentes da “central de segurança” ou por falsos gerentes do banco, muitas vezes utilizando o número oficial da instituição, falsificado por meio de tecnologia de spoofing.

Com ou sem acesso a dados sigilosos da vítima (como nome, CPF, agência, número da conta e últimas movimentações), constroem uma narrativa de urgência: dizem que há tentativas de invasão, transações suspeitas ou clonagem do cartão.

A vítima tem o cartão trocado ou clonado durante uma compra. Maquininhas com visor apagado, valor alterado ou mensagem falsa de “pagamento cancelado” são usadas.

Criminosos se passam por comerciantes, entregadores, motoristas ou prestadores de serviços contratados por aplicativos (como GetNinjas), e durante o pagamento, utilizam maquininhas com visor apagado, valor alterado ou mensagens falsas de “pagamento cancelado”.

O chamado “Golpe do PIX” é a forma como popularmente se referem a diversas modalidades de fraudes digitais que envolvem pagamentos via PIX. Apesar de parecer um único tipo de golpe, existem inúmeras variações, todas com um ponto em comum: a vítima é enganada e induzida a realizar uma transferência voluntária, geralmente em situações de urgência, pressão emocional ou falsas promessas.

Os criminosos utilizam técnicas de engenharia social, manipulação emocional e simulações de urgência para induzir as vítimas a realizarem transferências imediatas, muitas vezes sem perceber que estão sendo enganadas.

Criminosos se passam por empresas de investimento bem estruturadas, com plataformas sofisticadas, contratos elaborados e atendimentos simpáticos que criam vínculos emocionais com a vítima. Utilizam linguagem técnica e demonstram aparente domínio do mercado financeiro, transmitindo confiança e profissionalismo.

Nos primeiros contatos, a vítima costuma receber até 3 ou 4 retornos aparentes, o que reforça a sensação de segurança. Em seguida, é incentivada a investir mais ou indicar outras pessoas.

Apesar da aparência legítima, trata-se de um golpe altamente articulado, muitas vezes baseado em pirâmide financeira, onde os lucros iniciais são pagos com o dinheiro de novos participantes.

Criminosos criam plataformas falsas de leilão que imitam sites oficiais, utilizando logotipos de órgãos públicos, nomes de cartórios ou seguradoras, e preços extremamente atrativos — geralmente muito abaixo da tabela FIPE.

Em alguns casos, há também um intermediador falso, que se apresenta como funcionário da empresa ou “responsável pelo lote”, e estabelece uma comunicação direta com a vítima via WhatsApp. Esse intermediador orienta o interessado a “não comentar com ninguém” ou a “manter discrição até a liberação do veículo”, alegando que isso pode comprometer o negócio.

A vítima, iludida pela aparência profissional e pela urgência, realiza o pagamento via PIX ou TED para contas diversas, acreditando que está adquirindo um veículo em excelente condição e com procedência legal. Após a transferência, o contato é cortado e o prejuízo é consumado.

Aposentados e pensionistas são os principais alvos. Criminosos entram em contato oferecendo portabilidade com taxas de juros menores e condições “vantajosas”, usando dados sigilosos da vítima para passar credibilidade.

Na verdade, trata-se de um novo empréstimo consignado feito em nome da vítima, sem quitação da dívida anterior. O valor é depositado na conta como se fosse um “troco”, e os golpistas orientam a transferência via PIX ou TED para “finalizar a operação”.

Após o envio, desaparecem — deixando a vítima com mais uma dívida ativa e sem qualquer benefício real

Criminosos conseguem acesso indevido à conta bancária da vítima por meio de golpes digitais altamente sofisticados. A invasão geralmente ocorre:

  • Após a vítima clicar em links maliciosos enviados por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens
  • Por meio da instalação de aplicativos falsos que capturam senhas e acessos bancários
  • Ou após o roubo ou furto do celular, quando o aparelho não possui proteção adequada

Com o acesso completo ao aplicativo bancário, os golpistas realizam transferências via PIX, pagamentos de boletos, saques e contratação de empréstimos, esvaziando a conta da vítima em poucos minutos.

O que nos diferencia

  • Mais de R$ 5 milhões recuperados de vítimas

    Atuação estratégica e especializada para recuperar valores perdidos em fraudes.

  • Mais de 6.000 atendimentos realizados

    Experiência prática no atendimento a vítimas, com escuta humanizada, orientação clara e suporte do início ao fim.

  • Atendimento humanizado

    Você não será julgado. Aqui, a escuta é acolhedora e especializada.

  • Experiência com vítimas de fraude

    Sabemos exatamente como agir, já ajudamos dezenas de pessoas a recuperarem sua paz.

  • Acompanhamento do começo ao fim

    Você não está mais sozinho. Estaremos com você em cada etapa.

Dra. Brunna Simon Vecchi

A Dra. Brunna Simon Vecchi é advogada com atuação nacional, referência na defesa de vítimas de golpes e fraudes bancárias, com foco em golpes via PIX, engenharia social, estelionato digital e transações financeiras fraudulentas.

Com mais de 10 anos de experiência jurídica, construiu sua atuação de forma especializada no enfrentamento de falhas na segurança dos sistemas bancários, estruturando teses jurídicas sólidas com base na responsabilidade objetiva das instituições financeiras, conforme o Código de Defesa do Consumidor, a Súmula 479 do STJ e a jurisprudência consolidada dos tribunais brasileiros.

É fundadora do projeto “Dra. Cai no Golpe”, iniciativa de alcance nacional voltada à orientação, prevenção e reparação de danos causados por golpes financeiros, que já auxiliou mais de 6.000 vítimas em todo o Brasil. Por meio desse projeto, a Dra. Brunna atua de forma estratégica tanto na educação da população quanto na condução de demandas judiciais e extrajudiciais, voltadas à recuperação de valores e à responsabilização de bancos e instituições de pagamento.

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Perguntas frequentes

Sim. Nosso atendimento é feito de forma 100% virtual, com suporte jurídico especializado disponível para vítimas de golpes em qualquer lugar do Brasil.

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